ϟSUPERPODER / 01
Do repositório à URL
Escolha um repositório Git ou uma imagem de contêiner, selecione um servidor e ganhe um endereço HTTPS saudável. Builds convencionais não precisam de YAML nem de Dockerfile — e, quando um build não é suportado, o Orbit avisa em vez de fingir.
✧⌘SUPERPODER / 02
Pronto é pronto
Um comando aceito nunca é dado como concluído. Cada deploy passa pelas etapas reais — build, publicação, agendamento, roteamento, DNS e TLS — e um timeout nunca é confundido com sucesso.
✧✳SUPERPODER / 03
Backups que voltam de verdade
PostgreSQL e Redis ficam ao lado do seu app, com backups enviados para fora da máquina e verificados com uma restauração de verdade. Só um upload bem-sucedido não é backup.
✧ ⌁A história completa, para os curiosos.
Um olhar mais de perto sobre o que faz Orbit funcionar.
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O Orbit é um console de infraestrutura self-hosted com personalidade. Aponte para um servidor Linux que você já paga e ele vira sua própria nuvenzinha: faça deploy de um repositório Git ou de uma imagem de contêiner até uma URL HTTPS saudável sem escrever YAML, rode PostgreSQL e Redis ao lado do seu app e mantenha backups que só contam como verificados depois de terem sido restaurados de verdade. Logs, métricas, histórico de versões e rollback ficam num só console tranquilo. Ele é honesto por design — um comando só está pronto quando está pronto, um servidor offline nunca mostra apps saudáveis e dados desatualizados avisam que estão desatualizados. O Ted entra no plantão como prévia, respondendo com base no que o console já sabe e mostrando as evidências, sem serviço de IA e sem mexer em nada. Um único comando num servidor Ubuntu ou Debian limpo instala tudo, e o Orbit se atualiza pelo próprio console.